Para tornar-se um excelente e conceituado profissional de Relações
Públicas, alguns quesitos são de extrema importância. Como exemplo
disto podemos citar: a importância de ser dominador da Língua
Inglesa, e principalmente escrever e falar corretamente a nossa
língua.
Hoje, ao contratar um profissional desta área torna-se requisito o
domínio de uma segunda língua. Baseado nesta afirmação ocorre-me um
questionamento. Estamos no Brasil, país que tem como língua oficial o
português, como se pode exigir com tanta precisão o domínio em outra
língua, se muitos nem dominam a nossa própria língua?
O inglês, aqui, é igual para todos, já o português pode tornar-se o
diferencial!
Suponha que você é dono de uma empresa e está precisando contratar
um profissional de Relações Públicas, quem você contrataria: um
“expert” na Língua Inglesa, mas sem habilidade e competência alguma
para escrever, e com uma fluência verbal precária, ou uma pessoa que
sabe pouco da Língua Inglesa, mas em compensação, fala e escreve
super bem e produz artigos ótimos? Se você ficou com a segunda opção,
concorda então, que, o português pode ser sim um diferencial, e que
deveria ser tão ou mais importante quanto à outra língua quase sempre
exigida. De que adianta ser “doutor” em inglês e não saber falar e
escrever o português corretamente, de acordo com as regras
gramaticais?
Por estes motivos, penso que na ementa de qualquer curso que seja,
a disciplina de Português é, sem questionamento algum, a disciplina
mais importante. Afinal, estamos no Brasil, temos como prioridade o
domínio na nossa língua, e deve-se ter em mente, que o profissional
que estiver melhor habilitado nela, deixará muitos concorrentes para
trás na hora da sua contratação.
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Primeiro texto que fiz na faculdade. Matéria: Língua Portuguesa – 1ºSemestre – 2007.